Em 1986 foi criado o Programa Nacional de Combate ao Fumo, e o governo buscava uma linguagem nova para conscientizar a população sobre os riscos do cigarro. Até então, a maior parte das campanhas utilizava imagens de doença, sofrimento e morte. Foi nesse contexto que Ziraldo foi convidado a desenvolver uma série de cartazes educativos.
A grande inovação de Ziraldo foi abandonar o discurso do medo e apostar no comportamento. Em vez de dizer apenas que fumar fazia mal à saúde, ele procurou associar o cigarro a algo ultrapassado, fora de moda e socialmente indesejável. Essa abordagem se tornou extremamente marcante e resultou em cartazes com uma estética emblemática e icônica.
Medidas: 74x58cm
